Um cérebro que não para de te trazer até mim!



E já lá vão três meses, disse que não voltaria a escrever sem ti mas continuo quebrada, sem forças, com dificuldades em respirar e com o cérebro a rebentar...há quem diga que tem o coração partido, eu tenho o cérebro aos tombos!
Sabes, dói pensar em ti todos os dias, dói imaginar o teu cheiro, o teu toque e o timbre da tua voz, mas sabes o que mais me dói? É o espaço que ocupas em mim, sem estares cá!